sexta-feira, 8 de novembro de 2013

Capítulo #1 - O início


-Advar, ano 201, 4E.

  Ainda me recordo do dia em que estava entrando em Skyrim para iniciar uma vida nova, eu somente queria fugir da perseguição que sofria em Bruma, os fantasmas de minha mulher e meus pais me atormentavam a cada dia que se passava, então parti para novas terras para viver os dias restantes de minha vida. Quando fui surpreendido por um pequeno batalhão em roupas militares que parecia estar fugindo, eu também comecei a correr, só que na direção contrária, passei uns segundos correndo ás cegas até que fui surpreendido por soldados do Império, não entendia o que faziam naquela região selvagem coberta de neve, só sei que me deram uma ordem de prisão, ataram minhas mãos e me colocaram numa carroça onde havia dois soldados daquele batalhão desconhecido e um assaltante. Naquele comboio havia umas 3 carroças com todos os soldados do batalhão, estávamos sendo levados para algum lugar na qual eu não sabia. De repente, caí no sono.
Minutos(ou horas) depois fui acordado por um dos soldados, ele me falou algo sobre prisão, execução, Stormcloacks, não entendi muito bem, pois ainda estava sonolento, mas ele falou algo para o assaltante que o outro soldado era Ulfric Stormcloack, o verdadeiro Rei Supremo de Skyrim, isso foi absurdo para mim, reis deveriam estar em seus palácios, não em carroças a caminho de uma execução.
Chegamos depois a uma cidade que mais parecia um vilarejo, lá seria meu fim, tudo por que lutei foi em vão. Desembarcamos  na praça da cidade, na porta de um forte, descemos todos da carroça, nossos nomes eram anotados pelo escrivão, quando chegou a minha vez, descobri que meu nome não estava na lista, mas mesmo assim, a comandante ao lado do escrivão ordenou a minha execução. Depois, um soldado com roupas de general conversou algo com o suposto Rei Supremo de Skyrim, aí entramos na fila da execução. Um soldado foi o primeiro, na hora em que ele marchava para a pedra de execução, ouvimos sons estranhos, mas ninguém deu importância, sua cabeça foi separada do seu corpo instantes depois, até que chegou a minha vez.
Eu me aproximava da pedra quando ouvimos aqueles sons de novo, mas ninguém se importou, me colocaram sobre a pedra, o carrasco erguia o machado, era o meu fim.
Mas apareceu algo no céu, algo que eu nunca havia visto antes, algo traiçoeiro que possuía asas negras e olhos vermelho-sangue, pousou sobre a torre do forte e gritou algo que eu não entendi, mas começou uma chuva de pedras flamejantes que destruiu uma parte considerável da cidade.
Eu nunca havia visto aquilo, mas lembrava dele de alguma forma, de sonhos ou qualquer outra coisa. Mas depois daquele evento, eu só tinha uma certeza: os dragões retornaram.   

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