-Advar, ano 201, 4E.
Ainda me recordo do dia em que estava
entrando em Skyrim para iniciar uma vida nova, eu somente queria fugir da
perseguição que sofria em Bruma, os fantasmas de minha mulher e meus pais me
atormentavam a cada dia que se passava, então parti para novas terras para
viver os dias restantes de minha vida. Quando fui surpreendido por um pequeno
batalhão em roupas militares que parecia estar fugindo, eu também comecei a
correr, só que na direção contrária, passei uns segundos correndo ás cegas até
que fui surpreendido por soldados do Império, não entendia o que faziam naquela
região selvagem coberta de neve, só sei que me deram uma ordem de prisão,
ataram minhas mãos e me colocaram numa carroça onde havia dois soldados daquele
batalhão desconhecido e um assaltante. Naquele comboio havia umas 3 carroças
com todos os soldados do batalhão, estávamos sendo levados para algum lugar na
qual eu não sabia. De repente, caí no sono.
Minutos(ou
horas) depois fui acordado por um dos soldados, ele me falou algo sobre prisão,
execução, Stormcloacks, não entendi muito bem, pois ainda estava sonolento, mas
ele falou algo para o assaltante que o outro soldado era Ulfric Stormcloack, o
verdadeiro Rei Supremo de Skyrim, isso foi absurdo para mim, reis deveriam
estar em seus palácios, não em carroças a caminho de uma execução.
Chegamos
depois a uma cidade que mais parecia um vilarejo, lá seria meu fim, tudo por
que lutei foi em vão. Desembarcamos na
praça da cidade, na porta de um forte, descemos todos da carroça, nossos nomes
eram anotados pelo escrivão, quando chegou a minha vez, descobri que meu nome não
estava na lista, mas mesmo assim, a comandante ao lado do escrivão ordenou a
minha execução. Depois, um soldado com roupas de general conversou algo com o
suposto Rei Supremo de Skyrim, aí entramos na fila da execução. Um soldado foi
o primeiro, na hora em que ele marchava para a pedra de execução, ouvimos sons
estranhos, mas ninguém deu importância, sua cabeça foi separada do seu corpo
instantes depois, até que chegou a minha vez.
Eu me
aproximava da pedra quando ouvimos aqueles sons de novo, mas ninguém se
importou, me colocaram sobre a pedra, o carrasco erguia o machado, era o meu
fim.
Mas apareceu
algo no céu, algo que eu nunca havia visto antes, algo traiçoeiro que possuía
asas negras e olhos vermelho-sangue, pousou sobre a torre do forte e gritou algo
que eu não entendi, mas começou uma chuva de pedras flamejantes que destruiu
uma parte considerável da cidade.
Eu
nunca havia visto aquilo, mas lembrava dele de alguma forma, de sonhos ou
qualquer outra coisa. Mas depois daquele evento, eu só tinha uma certeza: os
dragões retornaram.
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